Resumos de capítulos de ortopedia
Resumos autorais do Orto Questões (também escrito OrtoQuestões), cada um escrito a partir de um capítulo da bibliografia de referência, na ordem em que as provas cobram o tema. A leitura é aberta e grátis. No meio do texto aparecem as questões reais de prova do acervo que exploraram cada conceito, com o que a banca quis saber e as armadilhas; resolver as questões é na plataforma.
Abrir a Biblioteca no aplicativoCriar conta grátisMão e punho
- Fraturas e luxações do carpo
Escafoide (irrigação, diagnóstico, Herbert, tratamento e pseudartrose), dissociação escafossemilunar, Mayfield e luxação perilunar, DISI e VISI, SNAC e SLAC, lunopiramidal, outros ossos do carpo e luxação radiocárpica, na ordem em que a prova cobra. - Fraturas e luxações da mão
Bennett e Rolando, colo do quinto metacarpo e tolerâncias de desvio, lesão de Stener, dedo em martelo ósseo, luxações da IFP e da MCF, fratura-luxação da IFP com hemi-hamato e os desvios de cada falange: a mão traumatizada explicada pelo que a prova cobra.
Coluna
- Fraturas e luxações da coluna cervical
ANDERSON e D'ALONZO, GRAUER, JEFFERSON e SPENCE (6,9 mm), ADI de 3 e 5 mm, HARRIS (12 mm), LEVINE e EDWARDS, ALLEN e FERGUSON, SLIC, 11 graus e 3,5 mm, síndrome medular central e BROWN-SÉQUARD: a coluna cervical explicada pelo que a prova cobra. - Fraturas e luxações da coluna toracolombar
Choque medular e neurogênico, ASIA, Denis, AO Spine, TLICS, load sharing, explosão, Chance, coluna anquilosada, fratura osteoporótica e cimentação: a coluna toracolombar explicada pelo que a prova cobra.
Trauma adulto
- Síndrome compartimental aguda
Quem tem risco, por que os sinais clássicos falham, o delta P abaixo de 30 mmHg por 2 horas, os compartimentos de cada região, a fasciotomia passo a passo e o relógio das 6 horas. - Fraturas por estresse
Tensão contra compressão, sítios de alto e baixo risco, KAEDING-MILLER (IV acima de 2 mm), tríade da atleta, cintilografia focal nas três fases, colo do fêmur superior fixa, linha negra da tíbia anterior, navicular sagital central e a zona do quinto metatarso. - Fratura da escápula
Complexo suspensor superior e ombro flutuante, colo anatômico e cirúrgico, ângulo glenopolar e critérios de cirurgia, Ideberg-Goss, dissociação escapulotorácica e via de Judet: a escápula explicada pelo que a prova cobra. - Fratura da clavícula
Allman, Neer, Craig, Robinson e AO, o desvio dos fragmentos, pseudartrose e quem operar, placa e haste, terço lateral, plexo e subclávia, ombro flutuante e consolidação viciosa: a clavícula explicada pelo que a prova cobra. - Fratura do úmero proximal
Neer, Hertel e Mayo/FJD, irrigação da cabeça, placa bloqueada e calcar, haste, reversa e hemiartroplastia, e as complicações: o úmero proximal explicado pelo que a prova cobra. - Fratura da diáfise do úmero
Nervo radial e HOLSTEIN-LEWIS, órtese funcional de SARMIENTO, tolerâncias (20 graus, 30 graus de rotação, 3 cm), indicações de cirurgia e cotovelo flutuante, vias anterolateral e posterior, placa de 4,5 mm com oito corticais, MIPO e o musculocutâneo, haste com bloqueio distal aberto e pseudartrose atrófica. - Luxação do cotovelo, cabeça do rádio e tríade terrível
Estabilizadores, luxação simples, cabeça do rádio, coronoide, tríade terrível, instabilidade posteromedial e ulna proximal: o cotovelo instável explicado pelo que a prova cobra. - Fraturas diafisárias do rádio e da ulna, Monteggia e Galeazzi
Monteggia e Galeazzi, vias de Henry e Thompson, forças que giram o rádio, quem trata sem cirurgia, placa e haste, síndrome compartimental, sinostose e refratura: o antebraço do adulto explicado pelo que a prova cobra. - Lesões do anel pélvico
YOUNG e BURGESS e TILE, livro aberto e os 2,5 cm, zonas de DENIS, cinta nos trocânteres, embolização pelo extravasamento de contraste, tamponamento pré-peritoneal, lesão urológica, parafuso iliossacral e a raiz de L5. - Fraturas do acetábulo
Colunas em Y invertido, as seis linhas do AP e as oblíquas de JUDET, as dez fraturas de LETOURNEL com suas frequências, sinal do esporão e da asa de gaivota, arco do teto de MATTA e VRAHAS, exame sob anestesia da parede posterior, prazos de 15 e 10 dias, KOCHER-LANGENBECK, ilioinguinal e STOPPA, o idoso e a ossificação heterotópica. - Fratura do colo do fêmur
Da anatomia vascular ao algoritmo de tratamento por idade, desvio e demanda: o que o capítulo ensina e como as provas cobram. - Fratura transtrocantérica
Parede lateral, AO 31A, DHS ou haste, redução sem varo e a ponta-ápice: o que decide o sucesso da fixação e como as provas cobram. - Fratura da diáfise do fêmur
Lesões associadas e o colo do mesmo lado, forças deformantes, haste fresada e bloqueada, entrada piriforme ou trocantérica, retrógrada, rotação pelo trocanter menor, controle de dano e as complicações. - Fratura do fêmur distal
Forças deformantes, lesões associadas, AO 33 e HOFFA, a anatomia do trapézio, placa bloqueada e haste retrógrada, periprotética acima da prótese do joelho e a rigidez. - Fratura da patela, luxação aguda da patela e lesões do aparelho extensor
Retináculos e extensão ativa, axial de MERCHANT, carga salina, patela bipartida, 3 mm de incongruência, banda de tensão, patelectomia, luxação lateral aguda, idade e local das rupturas tendíneas, patela alta e baixa, cerclagem a 30 graus e CODIVILLA. - Luxação do joelho e lesão multiligamentar
Artéria poplítea e índice tornozelo-braquial, Schenck, canto posterolateral, cruzado posterior, nervo fibular, luxação irredutível e a ordem da reconstrução: o joelho luxado explicado pelo que a prova cobra. - Fratura do planalto tibial
Menisco lateral e LCA, SCHATZKER (IV como luxação), LUO, HOHL e MOORE, cisalhamento posteromedial com placa antideslizante, vias anterolateral, posteromedial e posterolateral, preenchimento da falha, duas placas e fixador em etapas. - Fratura da diáfise da tíbia e da fíbula
Ponto de entrada logo medial à espinha lateral, valgo e ápice anterior na fratura proximal, suprapatelar, parafusos de bloqueio (KRETTEK), maléolo posterior na espiral distal, GUSTILO aplicado à tíbia, SARMIENTO com fíbula íntegra, joelho flutuante, síndrome compartimental, dor anterior do joelho e fíbula isolada. - Fratura do pilão tibial
Carga axial e posição do pé, flictena serosa e hemorrágica, RÜEDI e ALLGÖWER, AO 43, CHAPUT e VOLKMANN, três colunas e fíbula, fixador transarticular e tomografia, 10 dias e rugas, vias anterior, anteromedial, anterolateral e posterolateral, artrose nos dois primeiros anos. - Fraturas do tornozelo
LAUGE-HANSEN (SER IV instável, SAD II com impacto medial, pronação-abdução cominuta, MAISONNEUVE), DANIS-WEBER, RAMSEY e HAMILTON (1 mm, 42%), espaço claro medial e sindesmose, estresse em neutro e teste da marcha, tibiofibular posteroinferior e VOLKMANN, BARTONÍČEK e HARAGUCHI, parafuso ou botão de sutura, maléolo medial e diabético. - Fraturas e luxações do tálus
Vascularização, HAWKINS e VALLIER, incidências de CANALE e BRODEN, redução urgente do corpo luxado, placa lateral contra o varo, processos lateral e posterior, sinal de HAWKINS e a luxação subtalar.
Ortopedia pediátrica
- Epidemiologia das fraturas na criança
As três causas das fraturas pediátricas, o que mais quebra por idade e sexo, as cifras de rádio distal, fise e fratura exposta, e como estação, ambiente e exposição explicam o risco. - Síndrome compartimental na criança
Três As (ansiedade, agitação, mais analgésico) no lugar dos seis Ps; pressão basal mais alta na criança e decisão clínica seriada; supracondiliana com lesão do mediano, cotovelo flutuante e MONTEGGIA operado; flexor profundo do antebraço; perna (13 anos, 50 kg, hastes flexíveis, quatro compartimentos); mão, coxa e pé; sem fratura, do esforço e neonatal; VOLKMANN de TSUGE e tratamento; prognóstico. - Fraturas patológicas e maus-tratos na criança
Cisto ósseo simples e aneurismático, fibroma não ossificante, displasia fibrosa, osteogênese imperfeita, escorbuto e fraturas nas doenças neuromusculares; nos maus-tratos, KLEINMAN (metafisária clássica, costela posterior, escápula, processo espinhoso, esterno), inventário esquelético abaixo de 2 anos repetido em 2 semanas, equimoses, queimaduras, fêmur e conduta. - Fraturas e luxações da mão e do carpo na criança
Fise mais fraca que o ligamento; ossificação do carpo (capitato primeiro, pisiforme por último); rotação não remodela (tenodese); SEYMOUR exposta; martelo ósseo com órtese; colo da falange e bloqueio da flexão; extra-oitava; polegar do esquiador SALTER-HARRIS III e STENER; colo do metacarpal; base do polegar A a D; escafoide distal, gesso e pseudartrose por atraso; capitato em dorsiflexão; luxação complexa da metacarpofalângica; interfalângica proximal; fibrocartilagem triangular. - Fraturas do colo do rádio e do olécrano na criança
Colo do rádio por queda em valgo com o cotovelo estendido, aceitável até 45 graus abaixo de 10 anos e 30 acima, PATTERSON e METAIZEAU, nervo interósseo posterior, fratura articular da cabeça que subluxa, perda da pronação; olécrano em flexão, extensão (equivalentes de MONTEGGIA) e cisalhamento, apófise acima de 4 mm, coronoide de REGAN e MORREY. - Fratura-luxação de MONTEGGIA na criança
BADO I anterior (70% a 75%), II posterior com imobilização em extensão, III lateral por varo com mais lesão do interósseo posterior, IV com o rádio; LETTS; tratamento pela ulna (plástica e galho verde fechada, transversa intramedular, oblíqua longa com placa); linha radiocapitelar e arco ulnar; anular interposto; MONTEGGIA crônico com osteotomia da ulna; BELL TAWSE. - Luxação do ombro e fraturas do úmero proximal e da diáfise na criança
Luxação anterior traumática com recidiva de cerca de 70% no adolescente, instabilidade multidirecional tratada com fisioterapia, LATARJET na perda óssea; úmero proximal com fise de 80% do crescimento, Tabela 19-1, desvios pelos músculos, fios e hastes; diáfise do úmero, desvios aceitáveis, nervo radial e fratura de parto. - Fraturas da clavícula e da escápula e lesões acromioclavicular e esternoclavicular na criança
Clavícula com terço médio em até 80%, queda sobre o ombro na idade escolar, fratura de parto à direita, tipoia mesmo nas desviadas do adolescente; terço lateral com o osso saindo pelo periósteo superior e desvio posterior no trapézio; escápula e maus-tratos; acromioclavicular tipo IV; esternoclavicular posterior no centro cirúrgico. - Lesões da coluna cervical na criança
Abaixo de 8 anos a lesão é alta (frouxidão, facetas horizontais, cabeça grande); prancha com recesso occipital; NEXUS; pseudossubluxação C2-C3 e linha de SWISCHUK; luxação atlanto-occipital pelo CCI e artrodese occipital-C2; JEFFERSON e DICKMAN; odontoide pela sincondrose (SALTER-HARRIS I); enforcado e maus-tratos; compressão, explosão e SLIC. - Fraturas da coluna toracolombar na criança
Cinto abdominal, fratura de CHANCE e lesão abdominal em quase metade; faceta vazia no corte axial; compressão sem cirurgia com cifose menor que 30 graus; explosão estável com TLSO; TLICS; SCIWORA; escoliose paralítica abaixo de 10 anos; placa terminal e faceta, lesões do atleta jovem. - Fraturas da pelve e do acetábulo na criança
TORODE e ZIEG modificada (IIIA, IIIB, IV), avulsões das apófises (anteroinferior a mais comum, isquiática a mais problemática), lesões associadas como causa de morte, assimetria de 1,1 cm que não remodela, maturidade pela trirradiada (SILBER e FLYNN), BUCHOLZ e a displasia pós-traumática, ressonância no acetábulo. - Fraturas do colo do fêmur e luxação traumática do quadril na criança
DELBET (I transepifisária, II transcervical a mais comum, III cervicotrocantérica, IV intertrocantérica) com necrose de 38, 28, 18 e 5%, irrigação pela circunflexa medial, redução anatômica e fixação que pode cruzar a fise, RATLIFF, coxa vara e pseudartrose, fratura por estresse, luxação traumática posterior e o tempo até reduzir. - Fratura da diáfise do fêmur na criança
Tratamento pela idade e pelo padrão (PAVLIK, gesso imediato, hastes elásticas, haste trocantérica lateral, placa submuscular), a Tabela 25-2 de angulação aceitável, telescopagem de THOMPSON, síndrome compartimental no gesso 90 e 90, maus-tratos abaixo de 18 meses, artéria cervical ascendente e necrose, hipercrescimento e remodelação. - Fratura da fise distal do fêmur na criança
SALTER-HARRIS II em 57%, valgo e varo com o ligamento mais forte que a fise, cruzado anterior no tipo III do côndilo medial, artéria poplítea no desvio anterior, fibular por tração, distúrbio do crescimento em cerca de metade, pinos lisos por 4 semanas, 10 dias para remanipular, PARK-HARRIS e ponte menor que 50%. - Fratura da fise proximal e da tuberosidade da tíbia na criança
Fise estável pelos contrafortes (colateral medial na metáfise, fíbula), menino adolescente que salta e arranca a tuberosidade, OGDEN modificada em cinco tipos, poplítea na hiperextensão e recorrente tibial anterior na tuberosidade, internar sempre, desvio residual acima de 2 a 3 mm, recurvato e o valgo de COZEN da metáfise. - Lesões intra-articulares do joelho na criança
Espinha tibial (MEYERS e MCKEEVER, valgo e rotação externa, menisco medial encarcerado, extensão completa no tipo I, parafuso ou sutura, artrofibrose, perda da extensão); luva patelar; fratura osteocondral na luxação da patela; primeira luxação sem cirurgia e LPFM epifisário; LCA no imaturo por idade; colaterais, LCP e luxação do joelho. - Fraturas da tíbia e da fíbula na criança
Metáfise proximal da criança de 3 a 6 anos e o valgo de COZEN (história natural, molde em varo, observar), diáfise com fíbula íntegra em varo e com fíbula fraturada em valgo, Tabela 29-5 de alinhamento aceitável, cunha de abertura, hastes flexíveis, síndrome compartimental, fratura do lactente e fratura por estresse. - Fraturas do tornozelo na criança
Fechamento da fise distal da tíbia (central, medial, lateral) e as fraturas de transição, TILLAUX (SH III anterolateral, tibiofibular anteroinferior) e triplanar (SH III no AP, SH II no perfil), DIAS-TACHDJIAN, regra dos 2 mm, ponte medial e varo, parada da fíbula e valgo, exame de baixo risco e entorse. - Fraturas, luxações e outras lesões do pé na criança
Tálus (artéria do canal do tarso, HAWKINS e necrose, sinal de HAWKINS, processo lateral, osteocondral medial); calcâneo extra-articular e oculto, BOHLER, conservador abaixo dos 10 anos; luxação subtalar medial; cuboide e quebra-nozes; LISFRANC (equimose plantar, carga, segundo metatarsal e cuboide, HARDCASTLE B); metatarsais (primeiro até 5 anos, quinto depois); base do quinto (apófise longitudinal, JONES); estresse; falanges, sesamoides, cortador de grama, compartimental e prego. - Avaliação do cotovelo da criança traumatizada
Centros de ossificação (capítulo primeiro, epicôndilo medial o último a fundir), BAUMANN e úmero-ulnar no AP, linha umeral anterior no terço médio do capítulo, sinal do coxim gorduroso, lesões TRASH e o descolamento transfisário do lactente. - Fratura supracondiliana do úmero na criança
Desvio posteromedial e radial, posterolateral e mediano com artéria braquial, periósteo e pronação ou supinação, GARTLAND I a IV, BAUMANN e linha umeral anterior, fios laterais separados, mão rosada sem pulso, três As, cúbito varo por consolidação viciosa e fratura em flexão com o ulnar. - Fratura em T (intercondiliana) do úmero distal na criança
Fratura de transição do adolescente (12,8 anos, lado não dominante), flexão com fragmentos anteriores, traço até o ápice da tróclea contra THURSTON-HOLLAND, TC × RM, TONIOLO e WILKINS, AO C1 e C2, divisão do tríceps, BRYAN-MORREY e osteotomia, articulação antes das colunas, placas a 90 graus, algoritmo aos 8 anos, rigidez e nervo ulnar. - Luxação do cotovelo, fratura do epicôndilo medial e pronação dolorosa na criança
Epicôndilo medial como a fratura que mais acompanha a luxação, ulnar o nervo mais lesado e mediano o mais grave (FOURRIER, MATEV), encarceramento como única indicação absoluta, ROBERTS, PARVIN, rigidez e imobilização curta, e a pronação dolorosa do ligamento anular (2 a 3 anos, hiperpronação). - Fraturas do côndilo lateral e do capítulo na criança
Extensores radiais e colaterais no fragmento, oblíqua interna, MILCH e SALTER-HARRIS IV, JAKOB, WEISS e SONG (2 mm), redução em extensão e supinação, dissecção posterior e necrose, esporão (75%), cúbito varo, pseudartrose com valgo e ulnar tardio, FLYNN (1 cm) e HAHN-STEINTHAL. - Descolamento epifisário do úmero distal, côndilo medial, epicôndilo lateral e outras fraturas raras do cotovelo
Lactente com rádio e ulna em bloco para posteromedial e capítulo alinhado ao rádio, maus-tratos em até metade abaixo dos 2 anos, DELEE, ultrassonografia, pronação e dois fios laterais, cúbito varo; côndilo medial em espelho do lateral (SALTER-HARRIS IV, KILFOYLE, pseudartrose em varo); osteonecrose da tróclea tipos A e B; epicôndilo lateral só operado se encarcerado. - Fraturas do rádio e da ulna distais na criança
Toro, galho verde e baioneta; a rotação de cada ápice; periósteo íntegro e o que se interpõe; THURSTON-HOLLAND e a fise que não se força depois de 7 dias; perda de redução em 20% a 30% e índice do gesso de 0,7; Galeazzi conservador; parada fisária de 4% no rádio e até 55% na ulna; a ginasta e o impacto ulnocarpal. - Fraturas da diáfise do rádio e da ulna na criança
Galho verde e a regra do ápice (dorsal = pronação, reduz em supinação), deformidade plástica (ulna, 20 a 30 kg por 2 a 3 minutos, VORLAT e DE BOECK acima de 10 graus e 6 anos), refratura (galho verde, menino, 6 meses), tuberosidade bicipital, limites de 20, 15 e 10 graus, haste elástica de METAIZEAU, MONTEGGIA perdida, sinostose e síndrome compartimental.