Saída das raízes (C2 a C7 acima do pedículo, C8 entre C7 e T1, abaixo de C8 abaixo do pedículo); pedículos cervicais e artéria vertebral (C3 a C6); pedículos torácicos (T5 o mais estreito) e pontos de entrada; irrigação da medula (ADAMKIEWICZ à esquerda, T9 a T11, zona crítica T4 a T9); via anterior cervical (lado esquerdo, longus colli); transição cervicotorácica (transesternal C4 a T4, critério de CHO); via posterior de C1 (1,5 cm); via paraespinhal de WILTSE (multífido e longuíssimo); facetas e movimento.
Atualizado em 30/10/2026 · 4 minutos de leitura · Orto Questões
Fonte: Capítulo 37 · Vias de acesso anatômicas à coluna, em Campbell's Operative Orthopaedics, 14ª edição (2021). Autores do capítulo: Campbell Clinic (editores Frederick M. Azar e James H. Beaty).
Este é um resumo autoral do Orto Questões, escrito em português a partir do capítulo, na ordem em que as provas costumam cobrar o tema. Não é o livro original, nem tradução ou reprodução dele; as figuras do original não são reproduzidas. Os números e condutas citados são os do capítulo: para a íntegra, consulte o livro.
Para quem é. Para quem estuda para a residência em ortopedia, para o TEOT, o TARO e o R4: um resumo de coluna do Campbell, capítulo 37, com o que as bancas mais cobram e as questões comentadas de cada assunto.
No leitor: marcações, notas e as questões no meio do texto, que abrem sem perder o lugar da leitura.
Como ler este capítulo
Fundamento
Este resumo é inspirado no capítulo 37 (Vias de acesso anatômicas à coluna) do Campbell's Operative Orthopaedics, 14ª edição (2021), com apoio do capítulo 2 do Netter's Concise Orthopaedic Anatomy. As páginas citadas são as impressas do Campbell.
Quase todas as questões de anatomia da coluna são, na verdade, perguntas de segurança: por onde passa a raiz, onde está a artéria, qual músculo se afasta e até onde se pode ir. Por isso este resumo segue as vias de acesso, com a anatomia que cada uma ameaça.
Raízes, pedículos e facetas
Cobrança confirmada · 9 questões
Raízes (p. 1642): C2 a C7 saem acima do pedículo de mesmo número (C6 entre C5 e C6); C8 entre C7 e T1; abaixo de C8, cada raiz sai abaixo do pedículo (L4 entre L4 e L5).
Pedículos cervicais (p. 1644): de C3 a C6 a artéria vertebral corre risco no parafuso pedicular; a cortical lateral é a mais fina e a medial é quase duas vezes mais espessa; em C2 (trajeto posterior e lateral) e em C7-T1 (artéria fora do forame) o risco é menor.
Pedículos torácicos (p. 1645): diâmetro horizontal de 0,7 a 1,6 cm, mínimo de 0,5 cm em T5; quase sagitais de T4 a L4; mais oblíquos acima (T1 36, T2 34, T3 23 graus).
Entrada lombar: interseção da linha da margem lateral da faceta com a linha do meio do processo transverso.
Facetas (Netter): na lombar, a orientação passa do semicoronal ao sagital, com rotação mínima; por isso a lombar se move sobretudo em flexão e extensão.
A irrigação da medula
Cobrança confirmada · 3 questões
ADAMKIEWICZ (p. 1646 e 1647): a maior nutridora da medula lombar; esquerda, em geral T9 a T11, em 80%.
Preservá-la não garante a medula: o canal arterial longitudinal anterior é o crucial.
Zona vascular crítica: T4 a T9, canal mais estreito e irrigação mais pobre; as intumescências cervical e lombar têm irrigação rica.
Os três canais longitudinais (uma espinal anterior, duas posteriores) funcionam como um círculo de WILLIS alongado.
As vias cervicais
Cobrança confirmada · 6 questões
Anterior C3 a C7 (SOUTHWICK e ROBINSON, p. 1653): incisão de preferência à esquerda (laríngeo recorrente mais constante); 3 a 4 dedos acima da clavícula para C3-C5, 2 a 3 dedos para C5-C7. Feixe carotídeo e esternocleidomastóideo para lateral; traqueia, esôfago (atrás da traqueia) e tireoide para medial. Longus colli descolado subperiostealmente até as uncovertebrais; simpático sobre o longus colli; fechar com dreno.
Cervicotorácica (p. 1655 a 1658): cervical anterior baixa até T1; transtorácica alta; transesternal para C4 a T4. Critério de CHO: SMITH-ROBINSON serve se a linha da incisão ao nível passa acima do manúbrio. Ducto torácico à esquerda do esôfago a partir de T4.
Posterior de C1: anel fino e fundo; segundo gânglio cervical a cerca de 1,5 cm, no sulco da artéria vertebral; lesão da artéria na borda superior, além de 1,5 cm. Abaixo de C2, o limite lateral é a margem das facetas.
A via paraespinhal lombar
Cobrança confirmada · 5 questões
WILTSE e SPENCER (técnica 37.26, p. 1677): separação longitudinal do grupo sacroespinhal; fáscia aberta 2 cm lateral à linha média; plano natural entre o multífido e o longuíssimo, aberto com o dedo.
Músculos de medial para lateral: multífido (profundo, junto às lâminas), longuíssimo, iliocostal. O quadrado lombar fica anterior, à frente do processo transverso.
Usos: região foraminal e extraforaminal, fusão intertransversária, hérnias laterais.
Estude este capítulo com as questões. As questões citadas acima são de provas reais do acervo; resolvê-las, ver o gabarito da banca e o comentário de cada alternativa é na plataforma. No leitor do Orto Questões o mesmo resumo tem marcações, notas e as questões no meio do texto.
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Hérnia de disco lombar e cervical· Campbell's Operative Orthopaedics, Capítulo 38 · Doenças degenerativas da coluna cervical e Capítulo 39 · Doenças degenerativas da coluna torácica e lombar