A via transesternal para a transição cervicotorácica acessa até a vértebra indicada na figura abaixo, que é

- T2
- T3
- T4
- T5
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Acessos à transição cervicotorácica
- Cervical anterior baixo (Smith-Robinson estendido): costuma alcançar C7-T1 e, às vezes, T1-T2, conforme o biotipo (pescoço longo e magro) e a posição do esterno.
- Transesternal / manubriotomia: a divisão do manúbrio ou do esterno amplia a exposição até cerca de T3-T4. O tronco braquiocefálico, a veia braquiocefálica esquerda e o arco aórtico limitam a descida (na figura, os grandes vasos aparecem abaixo da vértebra indicada).
- Toracotomia alta (3ª costela) ou pela janela entre os grandes vasos: para T3-T5.
- Posteriores / posterolaterais (costotransversectomia, lateral extracavitário): alternativas para acessar o corpo sem abrir o mediastino.
Riscos do acesso transesternal
- Grandes vasos, ducto torácico (à esquerda), laríngeo recorrente.
- Pleura, traqueia e esôfago.
Na prática
A TC ou RM sagital pré-operatória mostra até onde a linha do esterno permite chegar em cada paciente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo