As fraturas patológicas secundárias a metástases de tumor do pulmão acontecem na fase terminal da doença.
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Conceito-chave
Uma complicação de doença avançada. Metástases pulmonares no esqueleto podem enfraquecer o osso por destruição lítica e causar fratura após trauma mínimo. Quando uma fratura patológica ocorre em paciente com câncer de pulmão disseminado, ela costuma indicar carga tumoral importante e está associada a prognóstico desfavorável.
O limite da regra. Prognóstico ruim não significa que a fratura ocorra somente nos últimos dias ou que nada deva ser tratado. Há pacientes em que a lesão óssea ou a própria fratura revela o tumor primário; em outros, terapias sistêmicas permitem sobrevida mais longa. Estado funcional, número de metástases e opções oncológicas importam mais do que o rótulo isolado de "fase terminal".
Conduta ortopédica. Dor e risco mecânico exigem avaliação de estabilização, radioterapia ou outras medidas locais em conjunto com oncologia, conforme expectativa de vida e objetivos do paciente. Quando a fixação é indicada, deve oferecer estabilidade durável e permitir mobilização precoce; deixar de tratar por presumir terminalidade pode prolongar sofrimento evitável.
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