Na doença de VON RECKLINGHAUSEN, as presenças do neurilemoma e do neurofibroma são, respectivamente,
- rara e freqüente.
- freqüente e rara.
- rara e rara.
- freqüente e freqüente.
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Conceito-chave
Neurofibromatose tipo 1 (doença de von Recklinghausen). É uma doença genética autossômica dominante (gene NF1, cromossomo 17, que codifica a neurofibromina), com cerca de metade dos casos por mutação nova. Incidência de cerca de 1 em 3.000.
Critérios diagnósticos (dois ou mais).
- Seis ou mais manchas café com leite (acima de 5 mm antes da puberdade, acima de 15 mm depois).
- Dois ou mais neurofibromas ou um neurofibroma plexiforme.
- Efélides (sardas) axilares ou inguinais.
- Glioma óptico.
- Dois ou mais nódulos de Lisch (hamartomas da íris).
- Lesão óssea característica (displasia do esfenoide, pseudoartrose congênita da tíbia ou adelgaçamento cortical de osso longo).
- Parente de primeiro grau afetado.
Tumores da bainha nervosa na NF1 e na NF2.
| Tumor | NF1 | NF2 |
|---|---|---|
| Neurofibroma (cutâneo, plexiforme) | Muito frequente, marca da doença | Menos comum |
| Schwannoma (neurilemoma) | Raro | Típico: schwannomas vestibulares bilaterais |
| Tumor maligno da bainha do nervo periférico | Risco de cerca de 8% a 13% ao longo da vida, a partir de neurofibromas plexiformes | Raro |
Manifestações ortopédicas da NF1.
- Escoliose (distrófica, com curvas curtas e angulares, costelas em lápis, erosões vertebrais, rápida progressão) ou não distrófica (semelhante à idiopática).
- Pseudoartrose congênita da tíbia (arqueamento anterolateral).
- Hipertrofia de membros, displasias ósseas, fibromas não ossificantes múltiplos.
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