No osteossarcoma, a seqüência correta de tratamento é
- cirurgia / quimioterapia / radioterapia.
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- quimioterapia / cirurgia / quimioterapia.
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Conceito-chave
Osteossarcoma e a sequência do tratamento. O osteossarcoma é o sarcoma ósseo primário mais comum em crianças e adolescentes. Produz osteoide maligno, atinge sobretudo a metáfise do fêmur distal, da tíbia proximal e do úmero proximal, e tem micrometástases (principalmente pulmonares) em cerca de 80% dos pacientes ao diagnóstico, mesmo quando os exames são negativos.
Por que a quimioterapia veio a ser decisiva. Antes da quimioterapia, mesmo com amputação, a sobrevida em 5 anos era de 15% a 20%, porque as micrometástases cresciam. Com a quimioterapia, passou para 60% a 70% na doença localizada.
A sequência padrão.
- Quimioterapia neoadjuvante (pré-operatória; esquema MAP: metotrexato em alta dose, doxorrubicina e cisplatina), por cerca de 10 semanas. Trata as micrometástases precocemente, reduz o tumor e o edema reativo, facilitando a cirurgia de preservação do membro.
- Cirurgia com margens amplas: ressecção e reconstrução (endoprótese, aloenxerto) ou amputação.
- Quimioterapia adjuvante (pós-operatória).
A resposta à quimioterapia neoadjuvante. Rosen e colaboradores introduziram a avaliação da necrose tumoral na peça operada. Necrose de 90% ou mais (Huvos III e IV) é o principal fator prognóstico, junto com metástases ao diagnóstico.
E a radioterapia? O osteossarcoma é relativamente radiorresistente; a radioterapia fica restrita a lesões irressecáveis (pelve, coluna, crânio) ou margens positivas sem possibilidade de nova cirurgia. Isso o diferencia do sarcoma de Ewing, radiossensível, em que a radioterapia é opção de controle local.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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