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Questão de Metástases ósseas (TARO 2013)

Tumores ósseos e de partes molesMetástases ósseasTARO 2013

De acordo com o escore de MIRELS, quanto à localização, uma lesão metastática peritrocantérica tem pontuação

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Gabarito: D · 3.

Conceito-chave

Fratura iminente: quando operar antes de quebrar. Pacientes com metástase em osso longo podem fraturar com cargas mínimas. Fixar profilaticamente uma lesão de alto risco é mais simples, com menos sangramento e recuperação mais rápida do que operar depois da fratura. A escala de Mirels (1989) ajuda a decidir.

Os quatro itens, de 1 a 3 pontos cada.

  • Local: membro superior 1; membro inferior 2; peritrocantérico 3.
  • Dor: leve 1; moderada 2; funcional (aos esforços) 3.
  • Tipo de lesão: blástica 1; mista 2; lítica 3.
  • Tamanho em relação ao diâmetro do osso: menos de 1/3 vale 1; de 1/3 a 2/3 vale 2; mais de 2/3 vale 3.

Por que a região peritrocantérica vale 3. É a área do esqueleto que recebe as maiores forças: na marcha, o fêmur proximal suporta várias vezes o peso corporal, com grandes momentos de flexão (o colo funciona como um braço de alavanca) e tensões de compressão na cortical medial e de tração na lateral. Uma lesão ali tem o maior risco de fraturar com a carga do dia a dia.

Interpretação da soma (4 a 12).

SomaRisco de fraturaConduta
9 ou maisCerca de 33%Fixação profilática
8Cerca de 15%Julgamento clínico
7 ou menosCerca de 4%Radioterapia e tratamento clínico

Na prática. As lesões peritrocantéricas são frequentemente fixadas com hastes cefalomedulares longas (protegendo todo o fêmur) ou, se a cabeça e o colo estão comprometidos, tratadas com artroplastia com cimento, seguidas de radioterapia.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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