O granuloma eosinofílico caracteriza-se histologicamente por apresentar
- grande atividade mitótica.
- células gigantes multinucleadas.
- abundante produção de neutrófilo.
- grânulos no citoplasma próximos ao núcleo.
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Conceito-chave
A célula de Langerhans. O granuloma eosinofílico, forma localizada da histiocitose de células de Langerhans, tem como marca a proliferação dessas células: histiócitos de núcleo claro, reniforme ou em grão de café, com fenda, e citoplasma com os grânulos de Birbeck, estruturas em raquete vistas à microscopia eletrônica, próximas ao núcleo. Na imuno-histoquímica são positivas para CD1a, langerina (CD207) e S100. Em volta, muitos eosinófilos, que dão nome à lesão, e células gigantes ocasionais.
O que não caracteriza. A atividade mitótica é baixa; as células gigantes podem existir, mas não definem a lesão; e o infiltrado é de eosinófilos, não de neutrófilos. Clinicamente, é lesão lítica em saca-bocado de criança, no crânio, nas costelas, na coluna (vértebra plana) e nos ossos longos, muitas vezes com regressão espontânea.
Na prova: granuloma eosinofílico tem grânulos de Birbeck perto do núcleo, com CD1a e langerina.
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