A complicação mais frequente do condrossarcoma após sua ressecção cirúrgica é a
- recidiva local.
- metástase hepática.
- metástase saltatória.
- metástase pulmonar.
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Conceito-chave
O problema do condrossarcoma é local. Depois da ressecção, a complicação mais frequente é a recidiva local. O condrossarcoma não responde a quimioterapia nem a radioterapia convencionais, e a única arma é a margem cirúrgica; qualquer contaminação, margem estreita ou tumor residual volta a crescer. O risco é maior na pelve e no esqueleto axial, onde a margem ampla é mais difícil, e após curetagem de lesões que se revelam de grau maior do que se pensava. A recidiva também pode vir com grau mais alto que o tumor original.
E as metástases? A pulmonar acontece sobretudo nos tumores de alto grau e no condrossarcoma desdiferenciado, mas é menos frequente que a recidiva no conjunto. Metástase hepática é rara, e a metástase saltatória, a skip, é característica do osteossarcoma.
Na prova: a complicação mais comum após ressecar um condrossarcoma é a recidiva local.
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