Paciente com 57 anos refere dor moderada no quadril esquerdo e diagnóstico de neoplasia renal com metástase para o fêmur. O escore de MIRELS e a conduta mais adequada são, respectivamente:

- 8 e radioterapia.
- 8 e fixação cirúrgica.
- 11 e radioterapia.
- 11 e fixação cirúrgica.
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Conceito-chave
O que a imagem mostra. A radiografia do fêmur proximal tem lesão lítica na região peritrocantérica, de limites imprecisos, ocupando a maior parte da largura do osso. Somando o Mirels: sítio peritrocantérico vale 3, a região de maior carga; dor moderada vale 2; lesão lítica vale 3; e o tamanho acima de dois terços do diâmetro vale 3. O total é 11 pontos.
A conduta. Com 9 ou mais, o risco de fratura é alto, e a indicação é fixação cirúrgica profilática, seguida de radioterapia no leito. A radioterapia isolada alivia a dor, mas não devolve resistência ao osso a tempo. No fêmur proximal, a fixação deve proteger o osso inteiro, com haste cefalomedular longa, ou, havendo destruição do colo e da cabeça, considerar endoprótese. E um cuidado específico deste caso: a metástase renal é hipervascular e pede embolização pré-operatória para reduzir o sangramento.
Na prova: Mirels de 9 ou mais é fixar antes de irradiar; peritrocantérico já vale 3.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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