No osteossarcoma primário, o fator prognóstico mais importante no momento do diagnóstico é
- o tamanho do tumor.
- a localização esquelética da lesão.
- o grau de agressividade da lesão.
- a extensão da doença.
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Conceito-chave
O fator que manda ao diagnóstico. No osteossarcoma, o mais importante no momento do diagnóstico é a extensão da doença, ou seja, a presença ou ausência de metástase. Com doença localizada, a maioria sobrevive a longo prazo com o tratamento moderno; com metástase ao diagnóstico, a sobrevida cai para uma minoria. Dentro da doença metastática ainda há gradação: a pulmonar isolada e ressecável é a menos ruim, e a óssea ou multifocal é a pior.
Os outros fatores. Tamanho do tumor, localização axial ou proximal (pela dificuldade de margem), LDH e fosfatase alcalina elevadas e margem cirúrgica comprometida pesam menos. O grau não discrimina, porque o osteossarcoma convencional é de alto grau por definição. Depois do tratamento inicial, o melhor preditor passa a ser a resposta histológica à quimioterapia neoadjuvante, com necrose de 90% ou mais (Huvos III e IV) definindo o bom respondedor, mas isso só se conhece depois.
Na prova: prognóstico no osteossarcoma ao diagnóstico é a metástase; depois da neoadjuvância, a necrose.
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