O local mais frequente de fratura em osso patológico por condrossarcoma é:
- O anel pélvico.
- A coluna lombar.
- O fêmur proximal.
- O úmero proximal.
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Conceito-chave
Onde o condrossarcoma fratura. A fratura patológica no condrossarcoma se concentra no fêmur proximal, onde três fatores se somam. A topografia: o condrossarcoma prefere o esqueleto central e as raízes dos membros, ou seja, pelve, fêmur proximal, úmero proximal e costelas. A carga: entre essas sedes, o fêmur proximal é o que suporta várias vezes o peso do corpo a cada passo, e a região peritrocantérica concentra as maiores forças do esqueleto. A biologia: o tumor cresce devagar e produz festonamento endosteal profundo, corroendo a cortical por dentro durante meses sem sintoma.
Consequências clínicas. Dor de repouso ou ao apoiar numa lesão condroide do fêmur proximal deve fazer pensar em fratura iminente. Como o condrossarcoma não responde a quimioterapia nem a radioterapia, a única arma é a ressecção com margem ampla, e a fratura espalha hematoma tumoral e compromete essa margem.
Na prova: fratura patológica por condrossarcoma é mais no fêmur proximal; a pelve é a sede mais comum do tumor, mas fratura menos.
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