Em pacientes com doença de OLLIER, condrossarcoma secundário é mais comum na
- coluna e fêmur proximal.
- coluna e cintura escapular.
- pelve e fêmur proximal.
- pelve e cintura escapular.
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Conceito-chave
Nem todo encondroma de Ollier tem o mesmo risco. O risco de condrossarcoma ao longo da vida é alto, mas não se distribui por igual: as lesões de mãos e pés, as mais numerosas, quase nunca malignizam, e quem maligniza são as do esqueleto central, a pelve e a cintura escapular (escápula e úmero proximal), além do fêmur proximal e das costelas.
Uma regra que vale para toda lesão cartilaginosa. Na mão, a lesão condroide é quase sempre benigna, mesmo insuflada e com cortical fina; na pelve ou na cintura escapular, é suspeita mesmo com aparência tranquila. No seguimento, são sinais de transformação a dor sem fratura, o crescimento de lesão estável, o festonamento endosteal profundo, a destruição cortical, a massa de partes moles e o tamanho grande, que pedem ressonância e biópsia planejada por quem fará o tratamento.
Na prova: condrossarcoma secundário na doença de Ollier é mais na pelve e na cintura escapular.
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