Paciente masculino, 15 anos, com dor na coxa. Com a imagem radiográfica a seguir, a principal hipótese diagnóstica é

- osteossarcoma.
- condroblastoma.
- osteoma osteoide.
- tumor de células gigantes.
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Conceito-chave
O que a radiografia mostra. O fêmur proximal tem espessamento cortical fusiforme na face medial da diáfise, logo abaixo do trocanter menor, e essa esclerose densa costuma esconder o nicho na radiografia simples. É o quadro do osteoma osteoide: adolescente ou adulto jovem, com predomínio masculino, dor intensa, sobretudo noturna, que melhora muito com anti-inflamatório, porque a lesão produz prostaglandinas, e sede preferencial no fêmur proximal e na tíbia.
Como confirmar e tratar. A tomografia com cortes finos mostra o nicho radiolucente, de menos de 1,5 cm, às vezes com centro calcificado, dentro da esclerose, e a cintilografia é muito captante. O tratamento começa com anti-inflamatório, com o qual a lesão pode regredir em anos, e passa à ablação por radiofrequência guiada por tomografia quando o tratamento clínico não basta.
Na prova: jovem com dor na coxa e espessamento cortical fusiforme no fêmur proximal tem osteoma osteoide.
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