No fibroma não ossificante, pela classificação de RITSCHL, as fraturas ocorrem somente no estágio
- A.
- B
- C
- D
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Conceito-chave
Ritschl conta a história natural do fibroma não ossificante em quatro estágios, como uma linha do tempo. No A, a lesão é inicial, pequena, junto à cortical e perto da fise. No B, chega à maior extensão: cresce, fica policíclica e multiloculada, afina e insufla a cortical, e é só aqui que ocorrem as fraturas patológicas. No C, começa a ossificação, de dentro para fora, com esclerose progressiva. No D, a lesão está ossificada, com uma área esclerótica residual que depois some.
Por que a conduta é expectante. A evolução espontânea se completa até o fim da adolescência, e a curetagem com enxerto fica para lesões que ocupam mais de 50% do diâmetro ou medem mais de 33 mm, exatamente as de estágio B com risco de fratura. Fibromas não ossificantes múltiplos com manchas café-com-leite configuram a síndrome de Jaffe-Campanacci.
Na prova: a fratura no fibroma não ossificante ocorre só no estágio B de Ritschl.
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