De acordo com a escala de MIRELS para tratamento de fratura iminente em ossos longos, a presença de lesão tumoral na extremidade distal do fêmur recebe
- 1 ponto.
- 2 pontos.
- 3 pontos.
- 4 pontos.
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Conceito-chave
Quando um paciente com câncer tem uma metástase num osso longo, uma pergunta muito prática aparece: esse osso vai quebrar? Fixar o osso antes da fratura é uma cirurgia menor, com recuperação mais rápida e menos complicações do que operar depois que ele quebra. Mas fixar todas as lesões seria exagero. Em 1989, Hilton Mirels propôs uma escala simples para ajudar nessa decisão.
A escala de Mirels soma quatro itens, cada um valendo de 1 a 3 pontos. O primeiro é a localização, e a lógica é a carga que aquela região suporta. O membro superior vale 1, porque o úmero e o antebraço não sustentam o peso do corpo. O membro inferior vale 2, porque fêmur e tíbia recebem o peso a cada passo, e a extremidade distal do fêmur entra aqui. A região peritrocantérica do fêmur vale 3, porque é onde se concentram as maiores forças do esqueleto, com um braço de alavanca que multiplica a carga.
Os outros itens seguem a mesma escala. A dor vale 1 se leve, 2 se moderada e 3 se funcional, ou seja, se piora ao usar o membro, um sinal de que o osso já está falhando mecanicamente. O tipo de lesão vale 1 se blástica (que forma osso), 2 se mista e 3 se lítica (que destrói osso). O tamanho vale 1 se ocupa menos de um terço do diâmetro do osso, 2 entre um e dois terços e 3 se passa de dois terços.
O total vai de 4 a 12. Até 7 pontos, o risco de fratura é baixo, e a conduta é radioterapia e observação. Com 8 pontos, a decisão é individual. Com 9 ou mais, o risco é alto e a indicação é a fixação profilática.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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