Familiares vem à consulta de um paciente portador de tumor ósseo e questionam a solicitação da tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT). Ao explicar a funcionalidade desse tipo de tomografia, assinale uma informação que NÃO deve ser informada.
- Pode diferenciar entre tecido benigno e maligno.
- Pesquisa metástases locais e a distância.
- Define o tipo histológico de tumor.
- Monitora a resposta ao tratamento.
- Detecta precocemente recidiva local.
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Conceito-chave
O PET-CT mede metabolismo. Com o FDG, mostra o consumo de glicose dos tecidos, e isso define o que ele pode e o que não pode fazer. Ele pode sugerir se um tecido é benigno ou maligno pelo grau de captação (o SUV), rastrear metástases no corpo inteiro numa só aquisição, monitorar a resposta ao tratamento, porque a queda do SUV após a quimioterapia se relaciona com necrose tumoral, detectar recidiva precoce, separando tumor viável de fibrose pós-operatória, onde a ressonância costuma ser ambígua, e guiar a biópsia para a área mais ativa.
O que ele não pode é definir o tipo histológico, papel exclusivo da biópsia, com histologia, imuno-histoquímica e, se preciso, biologia molecular. Há também limitações: inflamação e infecção captam FDG, e a osteomielite pode parecer tumor, enquanto tumores de baixo grau, como o condrossarcoma grau 1 e o lipoma atípico, podem captar pouco.
Na prova: o PET-CT ajuda a estadiar e acompanhar, mas não dá o diagnóstico histológico.
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