Nas metástases ósseas, o sítio primário que mais produz lesões ósseas tipicamente radiorresistentes é
- o rim.
- a mama.
- a tireoide.
- a próstata.
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Conceito-chave
O exemplo de radiorresistência é o carcinoma de células renais, que responde mal à radioterapia convencional fracionada. Isso muda o controle local: na maioria das metástases, a radioterapia pós-operatória complementa uma fixação simples, mas na metástase renal isolada a indicação é a ressecção com margem ampla e reconstrução, com intenção curativa. Quando não dá para operar, a radiocirurgia estereotáxica (SBRT), com dose alta em poucas frações, contorna a radiorresistência e é a opção de escolha na metástase vertebral renal irressecável. As lesões são muito vascularizadas, e a embolização pré-operatória é obrigatória.
Para comparar, mama e próstata respondem bem à radioterapia; a tireoide responde mal à radioterapia externa, mas tem o iodo radioativo; e mieloma e linfoma são muito radiossensíveis.
Na prova: a metástase radiorresistente é a do rim, e o controle local depende de cirurgia ou radiocirurgia.
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