O osteossarcoma com tendência de ocorrer como massa ossificada lobulada no aspecto posterior do fêmur distal é o
- parosteal
- periosteal
- telangiectásico
- células pequenas
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Conceito-chave
O osteossarcoma de superfície mais comum é o parosteal, de imagem inconfundível: massa ossificada, densa e lobulada, aderida à face posterior da metáfise distal do fêmur, na região poplítea, às vezes separada da cortical por uma fina linha radiolucente, o sinal do cordão, e que com o crescimento envolve o osso. Acomete adultos jovens, entre 20 e 40 anos, com discreto predomínio feminino, é de baixo grau, com prognóstico excelente, e é tratado com ressecção ampla sem quimioterapia. O cuidado é que parte dos casos sofre desdiferenciação para alto grau, o que muda prognóstico e tratamento; por isso a peça inteira precisa ser estudada, não só a biópsia.
Comparando, o periosteal é diafisário, na tíbia e no fêmur, condroblástico, de grau intermediário, com espículas perpendiculares; o telangiectásico é intramedular, lítico, com cavidades de sangue que imitam o cisto aneurismático, e de alto grau; o de pequenas células imita o Ewing na histologia.
Na prova: massa ossificada e lobulada na face posterior do fêmur distal é osteossarcoma parosteal.
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