A disseminação metastática para a coluna acomete com mais frequência, a região
- sacral
- lombar
- cervical
- torácica
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Conceito-chave
A coluna torácica lidera. A coluna é o sítio esquelético mais acometido por metástases, e o segmento torácico concentra cerca de 60 a 70% delas, seguido do lombar e, por último, do cervical. Pesam o número, doze vértebras, mais que qualquer outro segmento; a vascularização, pelo plexo venoso de Batson, sem válvulas, que se comunica com as veias do tórax, da mama e do abdome e, com os aumentos de pressão, leva êmbolos tumorais à coluna sem passar pelo pulmão; e a vizinhança dos primários mais frequentes, mama e pulmão.
A consequência clínica é que o canal medular torácico é estreito, com pouca reserva, e a metástase torácica é a que mais causa compressão medular. Dor nova nas costas em paciente oncológico, sobretudo noturna, pede ressonância da coluna inteira, porque lesões múltiplas são a regra.
Na prova: metástase na coluna é mais torácica, depois lombar e, por último, cervical.
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