O encondroma quando diagnosticado na mão é mais visto no (a)
- metacarpo
- rádio distal
- falange distal
- falange proximal
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Conceito-chave
O tumor ósseo mais comum da mão é o encondroma, com sede preferencial na falange proximal, seguida do metacarpo e da falange média. Nasce de restos de cartilagem fisária retidos na metáfise e aparece como lesão central, lítica, bem delimitada, com afinamento e insuflação da cortical e às vezes calcificações puntiformes. Costuma ser assintomático, e a apresentação mais comum é a fratura patológica após trauma banal. A conduta é deixar a fratura consolidar primeiro e, se a lesão persistir e for grande, fazer curetagem com enxerto.
Mão é diferente do esqueleto axial. Na mão, o encondroma raramente maligniza, e insuflação e afinamento cortical são comuns e benignos; em fêmur, úmero e pelve, dor sem fratura, festonamento endosteal profundo e destruição cortical apontam para condrossarcoma. Lesão lítica na falange distal é pouco típica de encondroma e lembra cisto epidermoide de inclusão, tumor glômico e, no adulto, metástase.
Na prova: encondroma da mão é na falange proximal e costuma se apresentar com fratura patológica.
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