Na avaliação das metástases ósseas, para predição do risco de fratura patológica, aplicando-se o sistema de MIRELS a uma lesão lítica que acometa metade da largura da diáfise do fêmur e provoque dor moderada, obtém-se
- 7 pontos.
- 8 pontos.
- 9 pontos.
- 10 pontos.
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Conceito-chave
O escore de Mirels prediz o risco de fratura patológica em metástase de osso longo, somando quatro itens de 1 a 3 pontos, com total de 4 a 12. A localização vale 1 no membro superior, 2 no inferior e 3 na região peritrocantérica; a dor vale 1 se leve, 2 se moderada e 3 se funcional, piorando ao apoiar e impedindo o uso; a lesão vale 1 se blástica, 2 se mista e 3 se lítica; e o tamanho, em relação ao diâmetro, vale 1 abaixo de um terço, 2 entre um e dois terços e 3 acima de dois terços. No caso, diáfise do fêmur (2), dor moderada (2), lesão lítica (3) e metade da largura (2) somam 9 pontos.
Como ler. Até 7 pontos, o risco é baixo, com radioterapia e observação; 8 é zona cinzenta, de decisão individual; 9 ou mais indicam fixação profilática, cirurgia menor, com menos sangramento e recuperação mais rápida do que tratar a fratura já instalada.
Na prova: some os quatro itens com cuidado; Mirels 9 ou mais indica fixar antes de quebrar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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