Na biópsia do esqueleto apendicular, deve-se realizar incisão
- transversal e exsanguinação por elevação.
- longitudinal e exsanguinação por elevação.
- transversal e exsanguinação por compressão.
- longitudinal e exsanguinação por compressão.
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Conceito-chave
Dois princípios da biópsia. A incisão deve ser longitudinal, porque o trajeto da biópsia será ressecado em bloco com o tumor na cirurgia definitiva; a incisão transversal atravessa compartimentos e obriga a ampliar muito a ressecção, às vezes inviabilizando a preservação do membro. E, se for usado torniquete, o membro deve ser esvaziado apenas pela elevação, por alguns minutos: nunca com faixa de Esmarch ou compressão, porque espremer um membro com tumor pode empurrar células tumorais para a circulação e para compartimentos vizinhos.
As outras regras do mesmo conjunto. O trajeto não deve cruzar feixe neurovascular nem compartimentos, passando de preferência por dentro de um músculo, e não entre músculos; a janela óssea é oval ou redonda, nunca retangular; a hemostasia é cuidadosa, e o orifício ósseo pode ser selado com cimento; o dreno sai em linha com a incisão e perto dela. A regra mais importante é que a biópsia seja feita pela equipe que fará o tratamento definitivo.
Na prova: biópsia de membro é incisão longitudinal e exsanguinação por elevação.
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