Nas neoplasias ósseas malignas, a maior radiossensibilidade é observada no
- osteossarcoma e no linfoma.
- sarcoma de EWING e no linfoma.
- osteossarcoma e no condrossarcoma.
- sarcoma de EWING e no condrossarcoma.
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Conceito-chave
A radiossensibilidade segue a linhagem. Os tumores de células redondas, o sarcoma de Ewing, o linfoma ósseo e o mieloma ou plasmocitoma, são muito radiossensíveis: neles a radioterapia faz parte do tratamento e pode até substituir a cirurgia quando a ressecção custaria função demais, como na pelve e na coluna. Os sarcomas que produzem matriz são pouco radiossensíveis: o osteossarcoma é tratado com quimioterapia neoadjuvante e adjuvante e cirurgia, com radioterapia só quando a margem é impossível, e o condrossarcoma é praticamente radiorresistente e quimiorresistente, de tratamento cirúrgico com margem ampla.
Uma nota que também é regra: no tumor de células gigantes, a radioterapia foi deixada de lado quando há alternativa cirúrgica, porque se associa à transformação maligna.
Na prova: radiossensível é célula redonda, como Ewing, linfoma e mieloma; o condrossarcoma é o exemplo de radiorresistência.
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