Na avaliação dos tumores ósseos, as imagens a seguir sugerem o diagnóstico de

- condroblastoma.
- cisto ósseo aneurismático.
- tumor de células gigantes.
- osteossarcoma telangiectásico.
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Conceito-chave
O que as imagens mostram. A radiografia mostra lesão lítica e bem delimitada na epífise do úmero proximal; a tomografia mostra halo esclerótico e focos de calcificação no interior; e a histologia mostra condroblastos arredondados com células gigantes de permeio. É o perfil do condroblastoma, tumor benigno raro da epífise, ou da apófise, de adolescentes e adultos jovens, com a fise aberta ou recém-fechada, no úmero proximal, no fêmur distal, na tíbia proximal e no fêmur proximal, inclusive no trocanter maior. A lesão é lítica, geográfica, com halo esclerótico e às vezes calcificação condroide, e a dor articular com derrame é frequente.
Na histologia, os condroblastos têm núcleo em grão de café, e a calcificação pericelular fina forma o padrão em tela de galinheiro. O tratamento é curetagem com enxerto ou cimento, com cuidado para não lesar a fise ou a cartilagem articular; pode haver cisto aneurismático secundário associado.
Na prova: lesão epifisária com halo esclerótico no úmero proximal do adolescente é condroblastoma.
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