A principal hipótese diagnóstica para uma lesão lítica excêntrica acometendo a epífise distal do fêmur de uma paciente com 30 anos de idade é
- condroblastoma.
- tumor de células gigantes.
- cisto ósseo aneurismático.
- condrossarcoma de células claras.
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Conceito-chave
Três pistas que convergem. Na epífise, lesão subarticular, com a fise fechada, a primeira hipótese é o tumor de células gigantes; a mesma topografia na criança apontaria para condroblastoma. Aos 30 anos, a paciente está no pico, entre 20 e 40 anos, após o fechamento fisário. E o fêmur distal, com a tíbia proximal, concentra mais da metade dos casos, seguido do rádio distal e do sacro. Somando a lesão lítica excêntrica, em geral sem esclerose marginal, que chega ao subcondral e pode insuflar a cortical, o diagnóstico é tumor de células gigantes.
Antes da biópsia, dosam-se cálcio e PTH, para afastar o tumor marrom, e pede-se tomografia de tórax, pela possibilidade de metástase pulmonar benigna. Nas lesões epifisárias por idade, a fise aberta sugere condroblastoma; o adulto jovem, tumor de células gigantes; e o adulto mais velho, geodo ou, raramente, condrossarcoma de células claras.
Na prova: lesão lítica excêntrica epifisária no fêmur distal aos 30 anos é tumor de células gigantes.
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