No tumor de células gigantes, a incidência de metástase pulmonar é de
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Conceito-chave
Benigno, com uma exceção famosa. O tumor de células gigantes é benigno e localmente agressivo, mas dá metástase pulmonar em cerca de 1 a 4% dos casos, em torno de 3% nas séries mais citadas. São implantes diferentes: têm histologia igual à do tumor primário, benigna, comportamento indolente, podendo estabilizar e até regredir, e mortalidade baixa. Aceita-se que venham da embolização vascular de fragmentos do tumor, e o principal fator de risco é a recidiva local, mais um motivo para que a primeira curetagem seja ampla e bem-feita.
A transformação maligna é rara e, quando acontece, costuma ser secundária a radioterapia prévia, que por isso ficou reservada a casos sem alternativa cirúrgica. Na prática, todo tumor de células gigantes pede tomografia de tórax no estadiamento e no seguimento.
Na prova: a metástase pulmonar do tumor de células gigantes fica em torno de 3%, com histologia benigna e evolução indolente.
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