A ressecção de uma metástase óssea isolada com margem alargada é indicada se for secundária ao carcinoma
- renal.
- intestinal.
- pulmonar.
- tireoidiano.
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Conceito-chave
A regra e a exceção. Na maioria das metástases ósseas, a doença já é sistêmica, e o objetivo é paliativo: estabilizar, aliviar a dor e preservar a função. A exceção é a metástase solitária do carcinoma de células renais, em que a ressecção com margem ampla pode melhorar a sobrevida. Esse tumor frequentemente dá metástase solitária e tardia, às vezes anos após a nefrectomia; é resistente à quimioterapia e à radioterapia convencionais, de modo que o controle local depende da cirurgia; e as séries mostram sobrevida bem maior após ressecção completa de lesão única do que com tratamento paliativo. O carcinoma de tireoide diferenciado segue lógica parecida.
Um detalhe que não pode ser esquecido: metástases de rim e tireoide são muito vascularizadas, e a embolização pré-operatória, feita perto da cirurgia, é obrigatória para evitar um sangramento catastrófico.
Na prova: a metástase óssea única que merece ressecção ampla é a do rim, com embolização antes.
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