O granuloma eosinofílico em apresentação isolada é encontrado mais frequentemente
- no crânio e no fêmur.
- na pelve e ossos tarsais.
- na coluna e nas costelas.
- no úmero e ossos carpais.
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Conceito-chave
O que é. O granuloma eosinofílico é a forma localizada da histiocitose de células de Langerhans e a mais frequente do espectro, em crianças e adolescentes, com pico entre 5 e 10 anos. Na apresentação isolada, o crânio é o osso mais acometido, com lesão lítica em saca-bocado, de bordas biseladas, às vezes com o botão sequestrado no centro, seguido do fêmur e, depois, de pelve, costelas, mandíbula, úmero e coluna. Na coluna, o colapso do corpo produz a vértebra plana de Calvé, com discos preservados, e a altura costuma se reconstituir com o crescimento.
A evolução é em geral benigna, e muitas lesões regridem sozinhas; a conduta vai da observação à infiltração de corticoide, curetagem ou, raramente, radioterapia em baixa dose. O resto do espectro inclui a Hand-Schüller-Christian, multifocal, com exoftalmia e diabetes insipidus, e a Letterer-Siwe, disseminada no lactente.
Na prova: granuloma eosinofílico isolado é no crânio, e depois no fêmur.
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