A fratura isolada do trocânter menor está frequentemente associada a
- tumor e deve sempre ser fixada.
- trauma em flexão e deve sempre ser fixada.
- tumor e deve-se investigar extensão da fratura.
- trauma em flexão e deve-se investigar extensão da fratura.
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Conceito-chave
A idade muda tudo. Na criança e no adolescente, a fratura isolada do trocanter menor é uma avulsão apofisária pelo iliopsoas, tratada de forma conservadora. No adulto, o iliopsoas não arranca o trocanter de um osso normal: a fratura é patológica até prova em contrário, e é preciso investigar a extensão da doença antes de qualquer fixação. A investigação inclui radiografia do fêmur inteiro, ressonância para a extensão medular, tomografia de tórax, abdome e pelve, cintilografia e eletroforese de proteínas, com biópsia se o primário continuar desconhecido.
Depois do estadiamento, o tratamento é a fixação profilática de todo o osso, em geral com haste longa, com radioterapia e tratamento sistêmico. O risco de fratura em lesões metastáticas é estimado pelo escore de Mirels, em que a região peritrocantérica recebe a maior pontuação de localização, e 9 pontos ou mais indicam fixação profilática.
Na prova: trocanter menor isolado no adulto é tumor, e deve-se investigar a extensão.
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