O tumor de células gigantes apresenta transformação maligna em aproximadamente:
- 10% e metástase pulmonar entre 0,1% e 0,4 % dos pacientes
- 10% e metástase pulmonar entre 1% e 4 % dos pacientes
- 25% e metástase pulmonar entre 0,1% e 0,4 % dos pacientes
- 25% e metástase pulmonar entre 1% e 4 % dos pacientes
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Conceito-chave
O comportamento do tumor de células gigantes. Apesar de benigno, o TGC é localmente agressivo: a recidiva após curetagem fica entre 10 e 25% mesmo com adjuvante. A transformação maligna ocorre em cerca de 10% nas séries usadas pela banca, com números menores, em torno de 5%, em outras, sobretudo após radioterapia. As metástases pulmonares, em 1 a 4%, são peculiares: têm histologia idêntica à do tumor benigno, são indolentes e muitas vezes tratáveis com ressecção.
A biologia explica o tratamento: a célula neoplásica é a estromal, que expressa RANKL e recruta osteoclastos, o que torna o denosumabe útil em lesões irressecáveis, recidivas e como neoadjuvante. O padrão continua sendo a curetagem estendida com adjuvante.
Na prova: no TGC, transformação maligna em cerca de 10% e metástase pulmonar em 1 a 4%.
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