Nos tumores benignos, o uso de denosumab sistêmico é indicado no tratamento do:
- encondroma
- condroblastoma
- fibroma condromixoide
- tumor de células gigantes
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Conceito-chave
Tumor de células gigantes e RANKL. A célula neoplásica do TGC é a estromal mononuclear, com mutação H3F3A G34W, que expressa RANKL; as células gigantes são osteoclastos recrutados, que fazem a lise. O denosumabe, anti-RANKL, faz as células gigantes sumirem e a lesão ossificar. É indicado nos tumores irressecáveis, como os de sacro, coluna e pelve, nas recidivas e como neoadjuvante, para converter uma ressecção em curetagem.
Os cuidados são o efeito apenas supressivo, com recidiva ao suspender, a casca ossificada que pode esconder tumor viável na curetagem e os efeitos adversos, como hipocalcemia, osteonecrose de mandíbula e fratura atípica. O tratamento padrão do TGC continua sendo a curetagem estendida com adjuvante, como fenol, nitrogênio ou cimento.
Na prova: denosumabe em tumor benigno é para o tumor de células gigantes.
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