No osteossarcoma, o subtipo com pior prognóstico é o:
- primário superficial
- primário de alto grau
- secundário à radiação
- secundário à doença de Paget
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Conceito-chave
O prognóstico varia muito entre os osteossarcomas. O parosteal, de baixo grau, na face posterior do fêmur distal, tem sobrevida acima de 90%; o periosteal, de grau intermediário, de 75 a 85%; o clássico intramedular e o telangiectásico, de alto grau, de 60 a 70% com quimioterapia; o secundário à radiação tem sobrevida baixa; e o secundário ao Paget é o pior, com 5 a 10% em 5 anos.
Por que o pagético é o pior. O paciente é idoso e tolera mal a quimioterapia, o tumor é com frequência multicêntrico e já disseminado ao diagnóstico, e a dor num osso que já doía atrasa a suspeita. Por isso, mudança no padrão de dor em osso pagético é sarcoma até prova em contrário. A transformação ocorre em menos de 1% dos casos de Paget, mas é a principal causa de morte ligada à doença.
Na prova: o pior prognóstico é o do osteossarcoma secundário ao Paget.
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