O Adamantinoma tem como principal diagnóstico diferencial a displasia:
- fibrosa da tíbia
- fibrosa do fêmur
- osteofibrosa da tíbia
- osteofibrosa do fêmur
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Mesmo endereço, mesma imagem. O adamantinoma e a displasia osteofibrosa, de Campanacci, vivem na cortical anterior da tíbia e aparecem como lesão lítica multiloculada, em bolhas de sabão, com arqueamento anterior. A displasia osteofibrosa é benigna, da primeira década, e mostra trabéculas com rimming osteoblástico; o tratamento é observação ou curetagem. O adamantinoma é maligno de baixo grau, da segunda à quinta década, com ninhos epiteliais positivos para citoqueratina, exige ressecção ampla e pode dar metástase pulmonar tardia, o que pede seguimento prolongado. Entre os dois existe a forma intermediária, a displasia osteofibrosa tipo adamantinoma.
Não confundir com a displasia fibrosa, que é medular, tem aspecto em vidro fosco, mutação do GNAS e acomete qualquer osso.
Na prova: o diferencial do adamantinoma é a displasia osteofibrosa da tíbia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo