Na fratura patológica do fêmur em adolescentes, na vigência de quimioterapia para osteossarcoma, o tratamento melhor indicado é:
- cirúrgico e suspensão da quimioterapia
- cirúrgico e manutenção da quimioterapia
- conservador e suspensão da quimioterapia
- conservador e manutenção da quimioterapia
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Conceito-chave
Fratura patológica no osteossarcoma. No passado, a fratura indicava amputação, porque o hematoma contamina os compartimentos vizinhos. Hoje a preservação do membro é possível, com sobrevida comparável, desde que a ressecção inclua todo o hematoma. Durante a quimioterapia neoadjuvante, a fratura é tratada de forma conservadora, com imobilização, órtese ou tração: a osteossíntese espalharia tumor pelo canal medular e por novos compartimentos, além do risco de infecção no paciente neutropênico. A quimioterapia é mantida, porque o controle sistêmico pesa mais no prognóstico.
Depois, faz-se a ressecção ampla com reconstrução, e a necrose tumoral de 90% ou mais (bom respondedor, pelo critério de Huvos) é forte preditor de sobrevida.
Na prova: fratura patológica durante a quimioterapia é tratamento conservador, mantendo a quimioterapia.
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