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Questão de Fratura da diáfise da tíbia (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura da diáfise da tíbiaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

No joelho flutuante, o tipo associado a pior resultado e o tratamento com bons resultados são, respectivamente,

  1. IIB, com quadril ou tornozelo; haste nos dois ossos.
  2. IIA, com extensão ao joelho; fixador externo nos dois ossos.
  3. IIB, com quadril ou tornozelo; fixador externo nos dois ossos.
  4. IIA, com extensão ao joelho; haste nos dois ossos.
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Gabarito: D · IIA, com extensão ao joelho; haste nos dois ossos.

Conceito-chave

No joelho flutuante, quebram-se o fêmur e a tíbia do mesmo membro. Quando há extensão intra-articular para o joelho, tipo IIA, o resultado tende a ser pior; a haste nos dois ossos é a estratégia associada a bons resultados no resumo. Esse é o par da alternativa D.

A classificação apresentada separa o tipo I, com as duas diáfises, do IIA, que alcança o joelho, e do IIB, que se estende ao quadril e/ou tornozelo. A articulação do joelho acrescenta ao problema de comprimento e eixo a necessidade de restaurar superfícies e estabilidade articular. O capítulo identifica o acometimento intra-articular e a exposta grave da tíbia como fatores de pior resultado (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Joelho flutuante”).

A lesão exige olhar além das radiografias dos dois focos. O resumo relata alta frequência de exposição, lesão vascular e instabilidade ligamentar. A tíbia instável dificulta o exame dos ligamentos; depois da estabilização, a avaliação precisa ser retomada, em vez de supor que tratar o osso excluiu todas as lesões do joelho.

Bons resultados com haste nos dois ossos não significam haste obrigatória em qualquer emergência. O próprio capítulo reserva o fixador temporário para controle de danos e acesso às partes moles quando necessário. A questão compara um fator prognóstico e uma estratégia de tratamento, sem apagar a necessidade de adaptar a sequência ao estado do paciente.

Por que esta questão foi criada. O par separa a articulação que piora o prognóstico da modalidade de estabilização, conectando classificação e planejamento sem transformar controle de danos em tratamento definitivo universal.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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