Na fratura diafisária da tíbia, são fatores de risco independentes para síndrome compartimental aguda
- idade avançada e fratura do terço distal.
- sexo feminino e fratura exposta de alta energia.
- traço de fratura longo e lesão esportiva de baixa energia.
- traço transverso curto e mecanismo de alta energia.
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Conceito-chave
Um trauma esportivo aparentemente pouco energético não afasta síndrome compartimental. Na diáfise da tíbia, traço longo e lesão esportiva de baixa energia aparecem entre os fatores independentes de risco: alternativa C.
O resumo acrescenta sexo masculino, juventude e localização proximal. Uma história menos impressionante não deve reduzir a vigilância quando o paciente desenvolve dor desproporcional, dor ao estiramento ou compartimentos tensos. A energia do acidente não mede diretamente a pressão dentro de um compartimento fechado (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Síndrome compartimental”).
Também há risco em esmagamentos, projéteis e fraturas expostas. Portanto, a lista de fatores independentes não é uma lista de situações exclusivas. Alta energia pode ser perigosa sem tornar falsa a associação de baixa energia esportiva descrita.
Quando a avaliação clínica não é confiável, o resumo recomenda medir a pressão e considerar sua diferença em relação à diastólica. Não se deve esperar o pé ficar sem pulso: perfusão arterial palpável não exclui comprometimento compartimental.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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