Na fratura exposta grave da diáfise da tíbia, é indicação absoluta de amputação
- a fratura do tipo IIIC de GUSTILO.
- o escore MESS maior que 7 pontos.
- a perda óssea segmentar maior que 4 cm.
- a isquemia quente por mais de 6 horas.
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Conceito-chave
Entre as situações oferecidas, a isquemia quente por mais de 6 horas é a indicação absoluta de amputação listada no resumo: alternativa D. O critério descreve um membro que permaneceu sem perfusão adequada, não simplesmente uma ferida aberta há esse tempo.
O texto também cita membro ligado apenas por ponte de pele e reconstrução que coloca a vida em risco. A decisão precisa considerar sobrevivência e função provável; chamar toda exposta grave de amputação obrigatória ignora a possibilidade de revascularização, cobertura e reconstrução em pacientes selecionados (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Amputação”).
O MESS não decide sozinho. Ele combina energia, isquemia, choque e idade, mas escores altos tiveram desempenho muito variável para prever amputação. O capítulo ressalta que um escore baixo ajuda a prever salvamento, enquanto alto não comprova que amputar seja necessário.
O tempo tampouco é uma autorização para esperar. A ameaça isquêmica exige avaliação imediata. O limiar da pergunta identifica uma situação extrema descrita na fonte; não transforma as primeiras seis horas em período seguro nem substitui a avaliação do tecido e do risco sistêmico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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