Segundo RÜEDI, na fratura do pilão tibial operada e bem reduzida, a artrose pós-traumática sintomática costuma se manifestar
- nos dois primeiros anos.
- entre o terceiro e o quarto ano.
- entre o quarto e o quinto ano.
- após o quinto ano.
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Conceito-chave
Segundo a série de Rüedi apresentada no resumo, a artrose sintomática após pilão operado e bem reduzido costuma manifestar-se nos dois primeiros anos, alternativa A. Esse intervalo descreve aquela evolução clínica; não significa que todo pilão terá artrose nem que nada possa mudar depois.
A redução recompõe o encaixe, mas não apaga a lesão da cartilagem sofrida no impacto axial. O capítulo cita apoptose e impacção para explicar artrose apesar de uma reconstrução anatômica. Também ressalva que artrose na radiografia e limitação funcional não se correlacionam perfeitamente (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Resultados e artrose pós-traumática”).
Quando começa a artrose e quando se decide operar são perguntas diferentes. Na série de Rüedi, sintomas apareceram cedo, e a manifestação em um a dois anos ajuda a responder ao enunciado. A observação de que pacientes com artrose podem tolerar a dor por anos antes de pedir outra cirurgia não desloca o início da doença para depois do quinto ano.
Outras séries mostram trajetórias distintas, com melhora funcional prolongada ou artrose progressiva em seguimento longo. O dado temporal deve permanecer ligado à referência que a questão nomeia, e não virar uma data obrigatória de falha nem uma indicação automática de artrodese.
Por que esta questão foi criada. Ela distingue aparecimento dos sintomas de duração do seguimento e tempo até nova operação, números que podem ser confundidos ao ler estudos de resultado.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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