Na fratura do pilão tibial, o pino distal do fixador externo transarticular do primeiro tempo e o do distrator femoral da fixação definitiva ficam, respectivamente, no
- calcâneo e calcâneo.
- calcâneo e colo do tálus.
- colo do tálus e calcâneo.
- colo do tálus e colo do tálus.
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Conceito-chave
O primeiro tempo e a reconstrução definitiva usam distração com objetivos diferentes. No fixador transarticular temporário, o pino distal principal é transcalcâneo; no distrator femoral usado para abrir o tornozelo durante o definitivo, o pino vai no colo do tálus. A alternativa B mantém a sequência.
Na urgência, o fixador recupera comprimento e alinhamento, alivia a pele e precisa deixar livres as futuras vias. Por isso o capítulo descreve pino no calcâneo, complementos no mediopé quando necessários e evita o colo do tálus nessa etapa, pois ele comprometeria o campo da reconstrução (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Primeiro tempo: o fixador transarticular”).
Durante o definitivo, é a articulação tibiotalar que precisa abrir. O distrator usa pino de 6 mm no colo do tálus e outro na tíbia. Um pino no calcâneo tende a distrair a subtalar, e não o espaço que se quer visualizar para reconstruir o plafond. O texto também alerta que pino mais fino pode entortar.
Em ambas as etapas, mais distração não é necessariamente melhor. Tensão excessiva pode lesar a pele, causar disestesia e prender fragmentos pelas partes moles; se as inserções ligamentares se arrancaram, pode faltar um ponto final firme. A montagem deve ser guiada pelo objetivo de cada fase, sem repetir o mesmo pino por hábito.
Por que esta questão foi criada. Ela compara dois dispositivos parecidos por fora, mas com finalidades diferentes, e explica por que uma posição de pino adequada numa fase não deve ser transportada automaticamente para a outra.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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