Na fratura do pilão tibial com angulação em valgo, o padrão esperado da fratura da fíbula e o lado da placa principal de suporte da tíbia são, respectivamente,
- cominutiva e lateral.
- cominutiva e medial.
- por tração e lateral.
- por tração e medial.
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Conceito-chave
O valgo comprime a coluna lateral. Nesse padrão, espera-se fíbula cominuída e uma placa principal de suporte do lado lateral, alternativa A. O lado da compressão, e não uma preferência fixa por placa medial, orienta o contraforte.
O capítulo descreve dois padrões coronalmente opostos: em valgo, o lado lateral é comprimido e a fíbula pode fragmentar; em varo, há tração lateral e compressão medial. A placa principal deve sustentar a concavidade onde a carga tende a fazer a reconstrução ceder (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “A fíbula conta a deformidade”).
Placa principal não significa placa única. Um 43C precisa de estabilidade nas três colunas, e nenhuma placa isolada neutraliza todos os planos. Quando a anterolateral é a principal, o resumo recomenda acrescentar uma medial menor para o controle coronal; em outras configurações, também pode ser necessário apoio anterior ou posterior.
A fíbula faz parte da coluna lateral e precisa de redução adequada quando tratada. Encurtamento ou desalinhamento nela pode atrapalhar superfície articular, eixo tibial e posição do tálus. A tomografia e a avaliação das partes moles permitem escolher o momento, a via e os implantes sem supor que a aparência da deformidade inicial revele todos os fragmentos.
Por que esta questão foi criada. Ela exige relacionar a deformidade ao padrão da fíbula e à posição do contraforte, superando a ideia de usar a mesma placa principal em todo pilão.
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