Na fratura do pilão tibial com edema e flictenas, o prazo mínimo habitual de espera para a fixação definitiva e o sinal clínico que a libera são, respectivamente,
- 5 dias e regressão da dor.
- 5 dias e retorno das rugas da pele.
- 10 dias e regressão da dor.
- 10 dias e retorno das rugas da pele.
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Conceito-chave
O tornozelo está edemaciado e com flictenas: o capítulo descreve espera habitual de pelo menos dez dias, até o retorno das rugas da pele, alternativa D. A decisão, porém, pertence ao exame das partes moles e não a um alarme no calendário.
Depois da alta energia, a pele distal tem pouca margem para tolerar dissecção e fechamento sob tensão. O tratamento temporário restaura posição e permite que o envelope passe à fase reparadora. O retorno das rugas, a reepitelização das bolhas e a cicatrização das feridas indicam melhora da condição local (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Quanto esperar e por que”).
Menos dor não equivale a pele pronta. A analgesia e a estabilização podem aliviar o paciente antes de a cobertura recuperar sua tolerância. Da mesma forma, completar dez dias não autoriza atravessar uma flictena hemorrágica ou fechar uma incisão ainda sob tensão. É o cirurgião da etapa definitiva quem deve examinar o membro.
O resumo também apresenta fixação aguda em situações selecionadas, com pouco ou nenhum edema e equipe experiente. Isso não contradiz a resposta: o caso proposto já tem edema e bolhas. Transferir resultados de um grupo selecionado para esse envelope lesado é perder o elemento que determina a espera.
Por que esta questão foi criada. Ela distingue um prazo habitual de um critério clínico de liberação e evita usar melhora da dor como substituto da recuperação cutânea.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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