Na fratura do pilão tibial de alta energia tratada em etapas, a tomografia para o planejamento da fixação definitiva deve ser feita
- na admissão, antes da redução.
- após redução fechada e tala gessada.
- após o fixador externo transarticular.
- no intraoperatório, com radioscopia 3D.
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Conceito-chave
No pilão de alta energia tratado em etapas, a TC de planejamento vem depois do fixador externo transarticular, alternativa C. A imagem deve mostrar a fratura recuperada em comprimento e alinhamento, não apenas registrar sua deformidade inicial.
Antes de estabilizar, fragmentos sobrepostos, encurtamento e luxação podem distorcer as relações que o cirurgião precisa reconstruir. O fixador usa a tração ligamentar para devolver posição global e aliviar a pele. Então a TC define melhor impacção, traços coronais e sagitais, Chaput, fíbula distal e possíveis lesões da cúpula do tálus (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Imagem”).
O exame serve para escolher as vias. Na série de Tornetta e Gorup citada pelo resumo, ele alterou o plano em 64% dos 22 pacientes. Esse número pertence àquela série; sua utilidade conceitual é mostrar que a informação muda a operação, em vez de apenas confirmar o que a radiografia já mostrou.
A redução de emergência não deve esperar a TC se a pele está ameaçada pelos fragmentos. Primeiro se protege o membro e se estabiliza; depois se planeja a reconstrução definitiva. Radiografias continuam úteis para eixo e escolha de placas, e reconstrução 3D pode ajudar sem ser indispensável. Radioscopia durante a cirurgia não substitui esse planejamento prévio.
Por que esta questão foi criada. Ela cobra a ordem do planejamento e explica por que a mesma tomografia, feita com a anatomia ainda deformada, pode ser menos útil para escolher a cirurgia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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