Na classificação AO/OTA da tíbia distal, a fratura com segmento articular ainda preso à diáfise (fragmento constante) e a fratura sem nenhum segmento articular preso à diáfise são, respectivamente,
- 43A e 43B.
- 43A e 43C.
- 43B e 43C.
- 43C e 43B.
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Conceito-chave
Se uma parte da superfície articular ainda está ligada à diáfise, a fratura é articular parcial, 43B. Se nenhum segmento articular permanece ligado, é articular completa, 43C. A alternativa C mantém essa distinção.
O fragmento preso à diáfise é chamado constante porque oferece uma referência estável para remontar os demais. O problema não é apenas contar fragmentos: é saber se existe uma porção da articulação que mantém continuidade com o eixo tibial. No 43C, essa referência articular está dissociada e precisa ser construída durante a reconstrução (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “AO/OTA 43”).
Articular parcial não significa lesão pequena. Um 43B pode apresentar separação e afundamento, com cartilagem impactada e delaminada. Da mesma forma, 43C descreve a relação articular com a diáfise, mas o grau de cominuição e a condição das partes moles ainda variam. A classificação principal organiza a anatomia, e a TC orienta os detalhes do plano.
O 43A fica fora dessa comparação porque é extra-articular. Quando uma fratura baixa aparentemente A tem extensão articular oculta, a TC muda a interpretação e pode exigir fixação do traço articular antes da haste. A presença de uma linha entrando na articulação não deve ser ignorada só porque ela ainda não desviou.
Por que esta questão foi criada. Ela cobra a relação entre articulação e diáfise, um critério mais útil para planejar a redução do que decorar apenas as letras A, B e C.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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