Na classificação de RÜEDI e ALLGÖWER das fraturas do pilão tibial, o tipo II corresponde a
- traço articular sem desvio.
- desvio articular sem cominuição.
- impacção e cominuição articular.
- traço metafisário extra-articular.
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Conceito-chave
A superfície articular está desviada, mas não cominuída: essa é a definição de Rüedi e Allgöwer II, alternativa B. Desvio e cominuição são características distintas e não devem ser usados como sinônimos.
A classificação começa no tipo I, de clivagem sem desvio significativo; passa ao II quando há desvio importante; e chega ao III quando existe impacção e cominuição articular. Assim, um fragmento grande deslocado pode ser tecnicamente complexo de reduzir sem se tornar, apenas pelo deslocamento, um tipo III (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “Rüedi e Allgöwer”).
A preservação de fragmentos maiores muda o problema de reconstrução. O resumo aproxima o Rüedi II/43C1 de padrões de menor energia, com possibilidade de ótimo resultado, enquanto o III/43C3 concentra lesões mais difíceis. Essa aproximação ajuda a entender gravidade, mas não dispensa mapear os traços pela TC nem examinar as partes moles.
A ausência de cominuição não garante que se possa operar imediatamente. Pele, edema e feridas ainda determinam o momento e as vias. A classificação descreve a superfície articular; não resume todas as condições que tornam uma incisão e uma montagem seguras.
Por que esta questão foi criada. Ela separa duas dimensões frequentemente confundidas, deslocamento e fragmentação, e completa a pergunta sobre qual tipo tem pior prognóstico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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