Na fratura do pilão tibial por carga axial, o impacto com o pé em flexão dorsal e com o pé em flexão plantar acomete principalmente, respectivamente, a região
- anterior e posterior.
- posterior e anterior.
- central e anterior.
- central e posterior.
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Conceito-chave
A mesma carga axial pode produzir lesões em regiões diferentes do pilão. Com o pé em flexão dorsal, o impacto se concentra anteriormente; em flexão plantar, posteriormente. A alternativa A corresponde a essa mudança de posição.
O tálus é empurrado para cima contra o plafond. Ele não atinge o mesmo ponto do teto articular em qualquer posição: no pé plantígrado, o resumo descreve depressão central; ao inclinar o pé para cima ou para baixo, desloca-se a região que recebe o impacto principal (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “O tálus é o pilão”).
Localizar a força ajuda a ler a TC. Uma fratura com impacção anterior exige que essa região seja vista e reconstruída; um grande fragmento posterior pode demandar uma janela posterior. A escolha da incisão depende do padrão real e das partes moles, e não apenas do nome genérico “pilão”. Por isso a TC é feita com o membro estabilizado e no comprimento, permitindo entender os fragmentos antes de planejar as vias.
Essa relação não significa que toda fratura tenha um único traço previsível. A carga axial pode se combinar a rotação e cisalhamento, produzindo morfologias variadas. O par da pergunta descreve a concentração principal do impacto, não uma exclusão de qualquer lesão nas outras regiões.
Por que esta questão foi criada. Ela amplia a pergunta de mecanismo anterior cobrada no TARO 2016 para comparar as duas posições do pé, exigindo entender a distribuição da carga em vez de decorar uma letra.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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