Na biomecânica do tornozelo, segundo RAMSEY e HAMILTON, a área de contato tibiotalar diminui 42% com um desvio lateral do tálus de
- 1 mm.
- 2 mm.
- 3 mm.
- 5 mm.
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Conceito-chave
O número pedido é 1 mm, alternativa A. No estudo clássico de Ramsey e Hamilton, esse pequeno deslocamento lateral do tálus reduziu a área de contato tibiotalar em 42%.
O resultado depende do encaixe das superfícies, não apenas do tamanho do desvio na borda. O tálus lateralizado deixa de corresponder ao plafond, alterando a distribuição da carga. É por isso que a redução do tornozelo tem como objetivo manter o tálus congruente e estável, e não somente aproximar fragmentos visíveis (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Ramsey e Hamilton”).
O experimento não prevê a função de cada paciente. O resumo registra críticas ao modelo e incerteza sobre a relação exata entre deslocamento, área e pressão. Não é correto transformar 42% de área em 42% de incapacidade, nem inventar uma progressão linear para deslocamentos maiores.
Também existe dano da cartilagem no próprio trauma. Assim, redução anatômica melhora a mecânica, mas não é garantia absoluta contra artrose. A mensagem prática do estudo é não desprezar uma incongruência residual pequena, mantendo separadas a medição biomecânica e a previsão clínica.
Por que esta questão foi criada. Ela inverte a pergunta do TEOT 2025: em vez de pedir a porcentagem para 1 mm, fornece a porcentagem e exige reconhecer o deslocamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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