Na fratura por supinação-rotação externa de LAUGE-HANSEN, o estágio em que o tornozelo se torna instável e o tipo de DANIS-WEBER correspondente são, respectivamente,
- II e B.
- III e C.
- IV e B.
- IV e C.
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Conceito-chave
Na SER, a falha medial do estágio IV torna o tornozelo instável no modelo, mas a fíbula continua uma fratura Weber B, no nível da sindesmose. A alternativa C reúne estágio e altura sem confundir os sistemas.
Lauge-Hansen descreve a progressão da lesão: anterior, fíbula, posterior e medial. Danis-Weber descreve outra coisa, a altura do traço fibular. Acrescentar ruptura do deltoide ou fratura medial no estágio IV não faz o traço da fíbula subir para cima da sindesmose (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Supinação-rotação externa” e “AO/OTA”).
Uma letra não substitui a avaliação medial. Duas fraturas Weber B podem ter comportamentos diferentes: a SER II verdadeiramente isolada mantém o encaixe; a SER IV acrescenta falha medial. O capítulo considera limitada a capacidade de Weber para prever lesão sindesmótica e estabilidade, justamente por não descrever todo o anel.
A reconstrução procura recuperar congruência e estabilidade do tálus. Testar e interpretar a sindesmose após a fixação pode ser necessário; a decisão não deve ser tomada apenas pela letra B ou pelo nome do mecanismo. O modelo classifica, mas não substitui a avaliação funcional e radiográfica.
Por que esta questão foi criada. Ela cruza dois sistemas que medem aspectos diferentes e impede usar “estágio alto” como sinônimo de traço fibular mais alto.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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