Na pseudartrose asséptica da diáfise distal do fêmur, abaixo do istmo, tratada com haste, a opção com maior taxa de consolidação é
- dinamização da haste.
- enxerto ósseo isolado no foco.
- placa de aumento mantendo a haste.
- troca por haste fresada de maior diâmetro.
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Conceito-chave
A pseudartrose está abaixo do istmo, numa região em que o canal é mais largo e a haste pode controlar pior a relação entre os fragmentos. A opção favorecida pelo capítulo é placa de aumento mantendo a haste, C: ela acrescenta controle rotacional à montagem existente.
No istmo, a haste ocupa mais de perto o canal. Fora dele, aumentar o diâmetro não garante o mesmo apoio, porque a geometria continua alargada. Isso explica por que a localização da pseudartrose muda a escolha, mesmo que em ambos os casos já exista uma haste e o problema final seja ausência de união (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Anatomia aplicada” e “Pseudartrose, infecção, retirada e quebra da haste”).
O capítulo apresenta troca por haste fresada maior como estratégia especialmente útil nas pseudartroses ístmicas, com consolidação de 87% contra 50% nas não ístmicas na comparação citada. Para a placa de aumento com haste mantida, relata 97% a 100% nas séries e a destaca fora do istmo. Esses números pertencem a séries e comparações clínicas, não a um ensaio único em que todas as técnicas foram testadas no mesmo grupo. Eles apoiam a preferência descrita, sem garantir o resultado de um paciente.
Por que acrescentar placa sem retirar tudo? O objetivo é corrigir a deficiência de estabilidade, particularmente a rotação, aproveitando a haste que continua no canal. A placa não é apenas mais metal: ela acrescenta uma função de controle que a montagem isolada pode não oferecer bem nesse segmento. Enxerto, quando pertinente a uma avaliação biológica, não desempenha por si essa mesma função mecânica.
Dinamizar também não é uma solução universal. O capítulo a reserva a montagens bem ajustadas, com algum calo e estabilidade axial, podendo ajudar cedo quando há distração. Retirar bloqueio de um foco que precisa de mais controle não equivale a torná-lo estável. O resumo relata falhas relevantes dessa estratégia, o que exige seleção.
O caso foi definido como asséptico, mas na prática a investigação da causa não pode terminar no aspecto radiográfico: infecção e alterações metabólicas precisam entrar na avaliação de não união. A aula não autoriza tratar toda dor tardia como pseudartrose asséptica. Leia a comparação das opções no resumo da Biblioteca, mantendo localização, estabilidade e biologia no mesmo raciocínio.
Por que esta questão foi criada. Evita usar a troca por haste mais grossa como resposta automática para toda pseudartrose; fora do istmo, a geometria pode favorecer outro reforço mecânico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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