No adolescente com fise aberta e fratura da diáfise do fêmur tratada com haste rígida, o ponto de entrada recomendado e a complicação que se quer evitar são, respectivamente,
- fossa piriforme; coxa valga.
- fossa piriforme; necrose da cabeça femoral.
- ponta do trocanter maior; coxa valga.
- ponta do trocanter maior; necrose da cabeça femoral.
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Conceito-chave
No adolescente com fise aberta, se for escolhida uma haste rígida, a entrada recomendada é pela ponta do trocânter ou mais lateral, para evitar necrose avascular da cabeça. Entre os pares oferecidos, corresponde a D.
O resumo proíbe a entrada piriforme nesse cenário porque ela pode lesar a circulação da cabeça. No adulto maduro, a necrose por esse acesso é excepcional; com a fise aberta, a decisão sobre o ponto de entrada muda. A idade esquelética, e não apenas o nome da haste, é o dado decisivo (Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “O adolescente com fise aberta”).
Coxa valga é outra alteração. Refere-se ao aumento do ângulo cervicodiafisário; não é sinônimo de falha da irrigação. O objetivo vascular citado no enunciado não deve ser trocado por uma deformidade angular (cap. 53, “Geometria do fêmur proximal”).
A recomendação pressupõe que a haste rígida seja a opção escolhida e que o implante seja apropriado à entrada. Não significa que todo adolescente com fratura precise receber essa montagem.
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